segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Trabalhadores recebem Seguro Desemprego com reajuste a partir desta terça-feira, 11

Por Rodrigo Sousa (SEASTER)
Com o reajuste do salário mínimo, o valor do Seguro Desemprego será de R$ 1.045 a partir dessa terça-feira, 11 de fevereiro, em todo território nacional. Entretanto, as parcelas do benefício programas até o dia 10 de fevereiro continuará no valor antigo de R$ 1.039.
Assim, o Seguro Desemprego foi reajustado em 4,48% de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Desse modo, a parcela máxima a ser paga ao trabalhador, que anteriormente era de R$ 1.735,29, passa a ser de R$ 1.813,03.
Em 2019, 143.530 mil trabalhadores foram beneficiados com o Seguro Desemprego no Estado do Pará. O benefício é destinado a trabalhadores formais e doméstico em virtude de dispensa sem justa causa, pescadores profissionais durante o período do defeso, além de trabalhadores resgatados em condição análoga à escravidão.  
Para receber o benefício, o trabalhador pode solicitar nas agências da Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego e nos postos do Sistema Nacional de Emprego (SINE), que atualmente funcionam nas Estações Cidadania ou no posto municipal do Sine mais próximo da sua cidade.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Prefeito Gaston entrega a Nova Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Planalto

A inauguração foi na última sexta feira dia 07 de Fevereiro.
O público formado por moradores do bairro e servidores do município de Dom Eliseu, prestigiou mais um compromisso feito e cumprido pelo Prefeito Gaston.
A UBS do Planalto tem o nome da ex servidora municipal e moradora do bairro Maria Síria Barros Gonçalves.
Entre os serviços oferecidos à população na nova unidade de saúde estão inclusos pronto-atendimento, enfermagem geral, atendimento médico, serviços do núcleo de apoio à saúde da família e atendimento odontológico.📝
É mais investimento na saúde a favor do povo.
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#PrefeitoGaston
#afavordopovo
#domeliseu

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Lacen-PA está pronto para analisar amostras de casos suspeitos de coronavírus


Laboratório Central possui capacidade de processar até 160 amostras por dia
Crédito: José Pantoja/Sespa
Técnica em Laboratório, Gleissy Borges, manuseia o termociclador, equipamento que analisa as amostras de vírus respiratórios
O Laboratório Central do Estado (Lacen-PA) já está preparado para analisar amostras de casos suspeitos do novo coronavírus (2019-nCoV), com capacidade de processar até 160 amostras por dia, para identificação de vírus respiratórios. Os detalhes desse trabalho foram informados nesta quinta-feira (6), pelo diretor do Lacen-PA, Alberto Júnior; pela vice-diretora, Valnete Andrade; e pela gerente da Divisão de Biologia Médica, Patrícia Sato.
As unidades de saúde que atenderem a casos suspeitos da doença devem coletar uma amostra por meio de aspiração, swab nasofaríngeo ou amostra de secreção respiratória inferior e encaminhar ao Lacen-PA, que será a retaguarda estadual para o diagnóstico inicial dos casos suspeitos de coronavírus.
Análise - No Lacen-PA, a amostra será dividida em duas alíquotas, uma para análise no próprio Laboratório e a outra para envio ao Laboratório de Referência Nacional, para análise específica do coronavírus. "Então, o papel do Lacen-PA, neste momento, será de capacitar os Hospitais Regionais e os Centros Regionais de Saúde da Sespa sobre como coletar a amostra e fazer o transporte para o laboratório", disse o diretor Alberto Júnior.
Valnete Andrade, vice-diretora do Lacen-PAA vice-diretora Valnete Andrade informou que a amostra será analisada em painel de vírus respiratórios pelo método RT-PCR Biologia Molecular, conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, que é utilizado pelo Lacen-PA para pesquisa de diversos vírus dessa natureza, tais como influenza A e B e H1N1 entre outros, o que já é uma rotina do Laboratório. Ela informou sobre cuidados fundamentais com relação à coleta e manuseio da amostra. "Deve ser encaminhada em até 72 horas, para chegar aqui em condição adequada para análise, pois a demora pode inviabilizar o diagnóstico", disse.
O trabalho será realizado pela Seção de Virologia 1 da Divisão de Biologia Médica, contando com uma equipe de 11 profissionais, sendo cinco farmacêuticos-bioquímicos e seis técnicos de laboratório. Para a realização das análises, será utilizado um termociclador, equipamento específico para pesquisa na área de biologia molecular.
A gerente da Divisão de Biologia Médica, Patrícia Sato, explicou que o Lacen-PA vai pesquisar a presença de outros vírus respiratórios porque a possibilidade de uma coinfecção de coronavírus com outros vírus respiratórios é mínima, abaixo de 2%. "Provavelmente, se na primeira análise der outro vírus respiratório, dificilmente ele vai ter coronavírus", informou.
A metodologia para identificação do novo coronavírus é muito recente por isso que, no momento, apenas o Laboratório de Referência Nacional tem disponíveis os primers (cadeia genética específica) para análise, que também é feita por meio de RT-PCR. Assim, Valnete acredita que, caso ocorra epidemia, em futuro breve, os Laboratórios Centrais estarão aptos a realizar essa análise. "Nós temos a metodologia, temos equipamentos e o pessoal capacitado, porém, não temos ainda os primers para fazer o exame", enfatizou Valnete.
Diretores do Lacen-PA com a equipe da Divisão de Biologia MédicaInsumos - Segundo Alberto Júnior, a principal providência tomada pela instituição para esse momento foi a aquisição de insumos, ou seja, material de coleta, de acondicionamento e equipamentos de proteção individual (EPIs).
Conforme Patrícia Sato, o Lacen-PA já fornece aos municípios os materiais para coleta de amostras de pacientes com doença respiratória nas unidades de saúde. "A coleta do coronavírus vai funcionar no mesmo esquema dos vírus respiratórios, só que como a gente espera uma demanda maior, estamos nos preparando, adquirindo mais insumos, para não faltar no estoque dos municípios", explicou a gerente de Biologia Médica.
Em relação aos hospitais da rede privada, a maioria deles já recebeu capacitação do Lacen-PA sobre coleta e manuseio de amostras para análise de vírus respiratórios . Essas unidades de saúde devem seguir o mesmo fluxo da rede pública, ou seja, vão coletar as amostras e encaminhar para o Laboratório Central, que fará os demais encaminhamentos.
Alberto Júnior, diretor do Lacen-PACapacitação - O Lacen-PA, juntamente com o Departamento de Epidemiologia (Depi), realizará uma capacitação para profissionais dos Centros Regionais de Saúde e Municípios que ainda não fizeram o treinamento de coleta de amostras de vírus respiratórios. "Os que já fizeram não precisam fazer novamente. Nosso foco inicial, agora, são os hospitais e unidades de pronto atendimento, que é para onde os pacientes vão ao sentir mal", ressaltou Alberto Júnior.
Na quinta-feira (6), foi realizada uma vídeoconferência com as Regionais e Municípios organizada pelo Depi, que contou com a participação da farmacêutica gerente da equipe de Virologia 1 do Lacen-PA, Ilvanete Almeida, que apresentou todo fluxo laboratorial às equipes de saúde.
Valnete Andrade ressaltou, por fim, que o Laboratório Central faz a vigilância laboratorial, mas ele necessita que a Vigilância em Saúde funcione bem, para que seja respeitado o protocolo para casos suspeitos de coronavírus, evitando a banalização, caso haja uma epidemia no Brasil.
"Quando isso não acontece, o laboratório não dá conta, porque todo mundo passa a ser suspeito sem ser de fato, surgindo uma avalanche de amostras, perdendo-se o foco dos casos verdadeiramente suspeitos, conforme protocolo", alertou a vice-diretora do Lacen-PA. "Nós precisamos que os hospitais e as UPAs sigam o protocolo que foi apresentado, para não acontecerem distorções em que o paciente não se enquadra nos critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde", complementou Alberto Júnior.
Caso Suspeito
De acordo com o Ministério da Saúde, é considerado caso suspeito de infecção humana pelo 2019-nCoV o indivíduo que:
1 - Apresentar febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) e histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas;
2 - Apresentar febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) e histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus (2019-nCoV), nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas;
3 - Apresentar febre ou pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar, batimento das asas nasais entre outros) e contato próximo de caso confirmado de coronavírus (2019-nCoV) em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.
Serviço: os profissionais de saúde que precisarem de mais informações podem entrar em contato com o Lacen-PA pelo e-mail gtrelab@hotmail.com ou pelo telefone (91) 3202-4912.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Prefeito Pioneiro inaugura Escola Maria Estelita no bairro Águas Brancas

A entrega da Escola Maria Estelita era um compromisso que tínhamos junto à comunidade do conjunto Girassol no bairro Águas Brancas. Agora mais de 800 alunos terão um espaço digno para o aprendizado. A unidade conta com dez salas de aula climatizadas, uma sala de leitura, um laboratório de informática, biblioteca, elevador, quadra poliesportiva coberta e entre outros benefícios. O nome da unidade é uma homenagem à professora Maria Estelina que iniciou sua carreira na área da educação no ano de 1954, atuando como professora municipal e estadual, durante 13 anos, foi diretora escolar, presidente do Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral) por 4 anos e foi secretária municipal de educação de Ananindeua no período de 1989 a 1994. Maria se destacou na erradicação do professor leigo por meio do “Projeto Gavião” e deixou um grande legado à educação Ananin.

Obras na PA-150 já beneficiam quatro municípios do sudeste paraense

Serviços estão sendo executados em frentes de trabalho em Marabá, Nova Ipixuna, Jacundá e Goianésia do Pará
Operários fazem roçagem, tapa-buracos, limpeza da drenagem e recuperação de erosãoA Secretaria de Transportes do Estado (Setran) executa, atualmente, serviços em frentes de trabalho ao longo das cidades de Marabá, Nova Ipixuna, Jacundá e Goianésia do Pará, no sudeste paraense. A obra de recuperação da PA-150 é um dos grandes investimentos do Estado para o transporte viário. Ao todo, a via tem mais de 320 quilômetros e liga a região metropolitana de Belém ao sudeste e sul do Pará. A conclusão dos trabalhos de reconstrução está prevista para ser concluída até abril de 2020.
Atualmente, no distrito de Morada Nova (pertencente a Marabá) são realizadas obras de aplicação da capa asfáltica no trecho. Entre Nova Ipixuna e Jacundá, a Setran está com frente de serviços de tapa-buracos na via, e entre Jacundá e Goianésia, estão sendo executadas obras de tapa-buracos, limpeza da drenagem superficial e recuperação de erosão.
Capa asfáltica é aplicada no distrito de Morada NovaPor conta do atual período chuvoso, a Secretaria de Transportes está com frentes de trabalhos reduzidos para não comprometer a qualidade do serviço. Todas as ações estão sendo executadas com rigoroso controle de qualidade, que envolve testes, desde as operações de construção de base, sub-base até a aplicação do pavimento.
Ao todo, serão reconstruídos 65 quilômetros da PA-150, além de serviços de manutenção e tapa-buracos nos outros 99 quilômetros da via. A estrada, que é de grande importância para o Pará, já que liga a região metropolitana de Belém a diversas localidades, sempre apresentou grandes problemas com o desgaste prematuro de seu pavimento por causa do grande fluxo de veículos que passam pela estrada, principalmente, caminhões que escoam a produção.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Piscicultura de Conceição do Araguaia cresce e ganha mercado

Apoio da Emater aos produtores tem gerado crescimento aos produtores

Por Rodrigo Reis (EMATER)

A região do Araguaia tem se destacado no cenário da piscicultura, principalmente em municípios como Xinguara e Conceição do Araguaia, onde a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) acompanha de perto produtores que dão exemplo de comprometimento e eficiência na produção. O piscicultor Crisler Alves possui 56 tanques em sua propriedade em Conceição do Araguaia e a produção é exportada para vários municípios do Estado. 
Foto: Newton Rosa / EmaterAssistido pelo escritório local da Emater, o piscicultor recebe todas as orientações necessárias que vão desde a aquisição de alevinos de qualidade, custos com ração (inclusive balanceada), cuidados específicos para a engorda do peixe, até a comercialização da produção. Atualmente, o piscicultor produz cerca de 20 toneladas/mês. A produção abastece o mercado local e também os municípios de Redenção, Cumaru do Norte e Pau D'arco.
“Atribuo grande parte desse sucesso como produtor a Emater, que me orientou desde o início, inclusive conseguindo acesso a programas de créditos, isso ajudou a me estruturar e aumentar a produção”.
A ascensão do produtor é evidente. Inicialmente começou com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) linha A, depois foi para o Mais Alimentos – destinado para investir no aumento da produção e da produtividade e na redução de custos. Hoje, Crisler Alves já acessa o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que oferece maior aporte financeiro para aquisição de itens relativos a bens e serviços.
Foto: Newton Rosa / Emater“Esse crescimento do Crisler é um exemplo para os produtores da região, tanto é que já há muitos interessados em investir na piscicultura aqui no município de Conceição do Araguaia”, explica José Ernani Filho, técnico em agropecuária.
Em relação à comercialização, Ernani Filho comenta ainda que, em épocas festivas, como a Semana Santa, a Emater também ajuda o produtor a comercializar os peixes a um preço diferenciado no mercado, com valor acessível aos clientes. “é importante manter essa relação de confiança com o consumidor”, finaliza.
Outorga – Localizada numa área de assentamento devidamente legalizada junto ao Instituto Nacional de Regularização e Reforma Agrária (Incra), a propriedade possui outorga de direito de uso de recursos hídricos, que é a concessão emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas).
“Essa outorga é necessária inclusive para acessar linhas de créditos, é um documento obrigatório”, comenta Crisler Alves, que tem em seus tanques uma variedade de peixes: pintado, pirarucu, tambaqui, caranha e piauçu. Atualmente há um funcionário fixo que ajuda o piscicultor na produção e duas vezes por semana (segunda e quinta) contrata diaristas para realizar a despesca, momento de retirada dos peixes dos viveiros ao alcançarem o peso de mercado ou de consumo.
Para os próximos anos, a expectativa é das melhores. “Quero construir mais tanques e aumentar a minha produção. A tendência é chegar aos mercados dos municípios de Marabá e Parauapebas e, quem sabe, de outros estados, sempre com a parceria da Emater”, afirma.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Ponte União é inaugurada e tráfego de veículos na Alça Viária está liberado

Após sete meses de obras, Governo do Pará devolve a ponte à população do Pará
Crédito: Marcelo Seabra / Ag. Pará


Exatamente às 13h, da sexta-feira (31), o governador Helder Barbalho autorizou a abertura do tráfego sobre a ponte União, no KM-48 da Alça Viária (PA-483), que foi interrompido bruscamente no dia 6 de abril, após a derrubada de quase um terço de sua estrutura.
Cerca de 5 mil pessoas, moradoras dos municípios do Acará e Moju, foram recepcionar e agradecer ao governador o empenho pela resposta rápida na construção da ponte, que acontece em tempo recorde.
"A escolha do nome União, ocorre justamente por inaugurarmos uma ponte, um equipamento de transporte, contando com o auxílio de muitas pessoas. A obra é o resultado de uma atitude firme que mostrou a todos que é possível trabalhar com união para construir um futuro melhor para todos os cidadãos do Estado do Pará", disse o governador Helder Barbalho durante a cerimônia.
"Aqui tem superação, compromisso e colaboração de muita gente, coisas essenciais para fazer o elo de desenvolvimento que tanto nosso Estado precisa", complementou o governador, que fez questão de agradecer e homenagear cada um dos 600 operários que trabalharam para realizar essa obra.
O governador informou ainda que solicitou, à Setran (Secretaria de Estado de Transportes), a realização de um cadastro com todos os operários que trabalharam na Ponte União, e que ficariam sem trabalho após o término da obra. Esse cadastro vai possibilitar que eles possam trabalhar também na obra da ponte Meruú, que será iniciada em breve.
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Os operários receberam ainda um certificado de participação na obra da ponte e uma placa com seus nomes, que foi instalada no pilar central junto com a placa do nome do governador e demais autoridades.
"Já trabalhei em várias obras e essa foi a primeira vez que recebi uma homenagem. Melhor ainda é descobrir hoje que poderei ir trabalhar na obra de outra ponte e não ficarei desempregado", disse Silas de Jesus Araújo, operário da obra na ponte.
O pescador Djalma Santos, que mora há 30 anos às margens do rio Moju foi um dos moradores que veio ver de perto a inauguração da ponte. "Agora ficou melhor para todos nós, pois vivíamos sobressaltados com os choques das embarcações nos pilares no horário noturno. Agora vamos dormir sossegados, pois essa obra é diferenciada e tem muita segurança", disse. Outros trabalhadores também comemoraram a volta da ponte.
Durante abertura da cerimônia de inauguração, o governador recebeu, das mãos do estudante Gustavo Gabriel da Silva, 12 anos, uma mostra da produção da Comunidade Filhos de Quilombola, que voltou a contar com a principal via terrestre de escoamento. Gabriel foi escolhido por ter sido aprovado em primeiro lugar no processo seletivo do Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFPA). Com apenas 12 anos, ele foi aprovado para cursar o Ensino Médio.
A cerimônia reuniu o vice-governador, Lúcio Vale, secretários de Estado, o senador Jader Barbalho, a deputada federal, Elcione Barbalho, o presidente da Alepa, Dr. Daniel, prefeitos, vereadores dos municípios do Acará e Moju, entre outras autoridades.
Houve também a entrega de cheques moradia para 23 moradores do Moju totalizando R$ 144 mil.A construção da ponte em tempo recorde devolveu a população do Pará um dos principais acessos terrestres da Região Metropolitana de Belém (RMB) com as regiões sudeste e sul do Pará.
O titular da Setran, Pádua Andrade, fez questão de agradecer a cada um dos cerca de 600 operários que construíram a ponte, que promete entrar para a história da engenharia brasileira e mundial.
"A ponte estaiada construída em menos tempo no Brasil, até então, era a ponte Mário Covas em São Paulo, que teve a velocidade de 22 metros ao mês, enquanto a ponte União alcançou a marca de 38 metros ao mês, o que nos credencia para o Guinness Book 2020". Pádua Andrade, titular da Setran.
A ponte impressiona pelas inovações tecnológicas em sua base de sustentação, onde foram utilizadas 45 estacas fincadas, em média a mais de 50 metros de profundidade, algumas chegaram a 70 metros de profundidade e ainda 40 estais-com cordoalhas- conjunto de cordas de alta performance. O mastro que sustenta o sistema da ponte foi construído com dois pilares de 3,5 metros por 5,5 metros, que atingiram a cota de altura construídos sobre um bloco de concreto armado com 16 metros de largura e 28 metros de comprimento, escalonado em uma altura de 10,80 metros.
Ao todo, a obra construiu 268 metros que se juntaram aos outros 600 metros remanescentes da ponte, totalizando 868 metros.
Toda a ponte está dotada de iluminação com sistema de captação solar, distribuídos em 26 postes novos de um lado da pista, colocados a seis metros de distância um do outro.
A ponte União também recebeu nova sinalização náutica no tabuleiro a 30 metros de altura. Além da qualidade da obra, a ponte está protegida em seus pilares ao longo do canal de navegação por defensas, que foram construídas com um casco de aço anelar, que envolvem os blocos de fundação, alcançando 57 metros no diâmetro maior e 36 metros no diâmetro menor.